Bolsa de Valores de Mocambique
CDM 200,00
ZERO 0,00
EMOSE 20,00
MATAMA 375,00
CETA 120,00
CMH 890,00
OT-2005-S2 8.00%
OT-2013-S4 9.875%
OT-2014-S5 10.0%
OT-2014-S6 10.75%
OT-2014-S7 10.25%
OT-2014-S8 10.125%
OT-2015-S1 10.0%
OT-2015-S2 10.0%
OT-2015-S3 10.0%
OT-2015-S4 10.125%
OT-2015-S5 10.5%
OT-2015-S6 10.5%
OT-2017-S1 27.0%
OT-2017-S3 27.0%
OT-2017-S2 27.0%
OT-2016-S1 11.0%
OT-2016-S2 12.75%
OT-2016-S3 32.375%
ET-2015 67,00
BCI-2009-Sub 28.375%
CM-2013-S1 27.25%
CM-2013-S2 26.75%
CPC-2014-S1 13.0%
CPC-2014-S2 12.5%
Visabeira-2015 13.0%
ST-2015-S1 27.75%
ST-2015-S2 27.0%
ST-2015-S3 27.75%
BNI-2016-S1 24.0%
BAYPORT-2016-S1 32.0%
BAYPORT-2016-S2 32.5%
Com o apoio do Programa de Desenvolvimento Económico e Empresarial (USAID/SPEED+)
A Bolsa de Valores de Moçambique (BVM) está a desenvolver um estudo para o seu reposicionamento estratégico no Mercado Moçambicano, por forma a atrair mais empresas a cotarem-se em Bolsa e tornar-se num instrumento mais relevante de financiamento às Empresas, em particular as Pequenas e Médias Empresas (PMEs).

Por forma a colher sensibilidades dos intervenientes do Mercado, a USAID em parceria com a BVM, a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) e a Associação das Pequenas e Médias Empresas (APME), realizou no dia 5 de Julho corrente uma mesa redonda que contou com a presença das Instituições Financeiras, Associações Económicas, Parceiros Estratégicos da BVM, Empresários entre outros..

Durante a cerimónia de abertura do evento, o PCA da BVM, Salim Valá, disse que o estudo solicitado a USAID, vai permitir que a Bolsa seja um instrumento de referência, e que contribua para melhorar os indicadores específicos do Mercado Bolsista e globais de estabilidade económica de Moçambique, com foco no alargamento dos instrumentos para financiar a actividade produtiva das empresas no geral, e das PME’S em particular.

Valá, referiu ainda que a Bolsa quer se reposicionar e incrementar a sua expressão, utilidade prática e visibilidade no sistema financeiro, por isso lançou-se na empreitada, com o suporte do  projecto de Apoio a Reformas de Politicas Económicas, para a realização do estudo que tem em vista identificar as acções estratégicas que permitam alargar o papel da BVM no sistema financeiro e na economia do País.

Por seu turno, o Presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), Agostinho Vuma, saudou a iniciativa da BVM, considerando que o reposicionamento estratégico da Bolsa no mercado moçambicano é mais do que necessário, é obrigatório para que se possa construir numa alternativa efectiva de financiamento às PME’s. Na sua alocação referiu que os únicos corretores ou actores na intermediação em Bolsa são os Bancos Comerciais. “Estes bancos desenvolvem as suas actividades visando o seu Core Business, com destaque para a mobilização de depósitos a crédito.

A questão é: estarão os bancos mais virados a promover os depósitos e créditos negligenciando a mobilização de investidores na Bolsa? ou seja, será válida a hipótese de preguiça dos bancos no que tange a acções que visam o desenvolvimento do mercado de capitais em Moçambique? Disse Vuma.

O estudo tem como consultores, o especialista norte americano em mercados de capitais, John Thompson, e o economista moçambicano, Hipólito Hamela. Os resultados do estudo serão apresentados e divulgados oportunamente.

Fotos do evento.